Eis que foi descoberto o ponto frágil dos homens. Segundo as nossas vastas experiências, os homens sentem-se enormes até serem apavorados por alguém. Eles pronunciam, gracejam, criticam, murmuram até uma senhora comum da sociedade lhes verbalizar: “Cuidado com o próximo post no nosso blog”. Uns reagem com ar de garanhões sem qualquer tipo de boa linguagem “Venha ele já de estouro, já está é a demorar muito”, outros protestam de forma muito caguinchas “Tu vê lá o que metes. Eu tenho um primo meu que percebe de informática e manda o vosso blog pelo ar”. Acham isto normal? Será que eles vivem sem nós mulheres? Será que aquela teoria reles que eles engendraram sobre a repartição das tarefas domésticas corresponde mesmo à realidade? A nossa experiência diz-nos que bastava nós lhe proferirmos “Vais morrer à fome porque não vou cozinhar para ti” que eles mandavam sentar-nos no sofá a ver SIC Mulher. Bastava nós dizermos “Hoje à noite não vou estar contigo, vou sair com uns amigos” que eles automaticamente nos levavam a jantar a um restaurante elegante no centro histórico de Braga e adquiriam uma rosa para nos presentear.
Devemos comparar estes seres a uns “cãezinhos”, em que é necessário domesticá-los e não os deixar ter tudo de nós. Não nos podem ver acariciar outro “cão” que ficam cheios de ciúmes e tem atitudes para que nos lhe demos mais atenção. São seres que necessitam sempre de alguém que zele por eles, que lhes defina uma ordem se não eles ficam perdidos no mundo. Depois claro com seres assim, nós mulheres temos que variar de companheiro e a resposta deles é sempre em forma de ameaça mas não passa disso mesmo, ameaça!
Óbvio que o melhor amigo da mulher é o “cão”, e será que existe sentimento mais bonito que esse?